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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

LÂMINA SEM CORTE


Está cega
A lâmina
Da minha espada
De nada me vale
Retirá-la
Da bainha
A menos que seja
A aspereza
Da batalha
O esmeril
Que a afia

13 comentários:

Rogério Pereira disse...

Mais cego é o nó
Que não vê
Que pode ser cortado
Julga-se eternamente atado

Vá usa a espada
corta-o, ninguém o desata

Ives disse...

Olá! Espada cortante, cortante internamente! abraços

CARLA STOPA disse...

Ainda vale, amiga...

Zélia Guardiano disse...

Grata, Rogério! Abraço, amigo

Zélia Guardiano disse...

Abraços para você também, Ives!

Zélia Guardiano disse...

Sempre vale, não, Carla? Sempre...

vitorchuvashortstories disse...

Olá, Amiga Zelia!

Tal como a necessidade aguça o engenho...

Um grande abraço, com os votos de bom fim de semana.

Vitor

Adri Aleixo disse...

Batalhas capazes de afiar lâminas.

Bravo, Zélia!

Álly Ferreira disse...

Estava com saudade de visitar por aqui... que delícia, a gente só retorna quando gosta mesmo!!

Deixo palavras da nossa colega Joelma Bittencourt:

"Poesia
é espada florida!"

vitorchuvashortstories disse...

Olá, Zelia!

Bom fim de semana, com um abraço amigo.

Vitor

Paulo Jorge Dumaresq disse...

Poema afiado, Zélia.
Você cada vez mais ourives da arte poética.
Abreijos.

Angelo Augusto Paula disse...

Delicado e forte, Bjs e feliz ano novo!

Primeira Pessoa disse...

zelinha,
seu poema é a história de minha vida.
é o fíceio da lâmina se afiando na lida...
viver é "aprender no serviço".

beijão do

r.