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terça-feira, 30 de março de 2010

Galo-das-trevas


Penso
Em minha vida
Como sendo
Um galo-das-trevas

Das treze velas
Vejo doze
Já apagadas

Sinto-me
No último
Dos ofícios

Mas
Não me
Desespero

No final
De toda
A paixão
Vem a páscoa

6 comentários:

Helô disse...

Para lembrar e te fazer gargalhar: " Páaaaascoa abençoada"!!!! Que dia feliz!! TE AMO!

Zélia Guardiano disse...

Como esquecer aquele episódio ??? rsrsrsrs...Já dei a gargalhada...rsrsrsrs... Saudade daquele dia!!! Mas hoje também o dia está muito bom!!! Só a sua visita aqui já alegra o mundo!!!!!!!
TAMBÉM TE AMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Bjs

Diana Ramos disse...

Zélia ,vim aprender por aqui..(Galo- das-trevas) eu nunca tinha lido, ou ouvido antes esta expressão.
Obrigada Mestra! tenha um lindo dia.Beijos

Jairo disse...

A vela acesa é luz,
a vela apagada é escuridão,
o fósforo riscado reluz,
é riscado pela minha mão.

O fósforo a vela chega,
minha mão é quem os aproxima,
o pavio da vela fumega,
enfim vejo nela chama!

Rsrsrs, em família de poeta temos que aprender a falar na mesma língua, né?
Beijão, Tia!

Zélia Guardiano disse...

Oh, Diana, minha querida
Sempre amiga, sempre gentil!!!
Fico flicíssima, toda vez que você me visita...
Um abraço cheio de carinho

Zélia Guardiano disse...

Jairo, meu querido!!!!!!!!!!!!
Que bom encontrar seu comentário!
É como se você tivesse vindo aqui em casa...
É isso mesmo: família de poetas...rsrsrsrs...
Obrigada, meu amado sobrinho!
Beijos