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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

DUAS LÁGRIMAS


Sibipiruna
Da rua
Morreu

Motosserra
Chega
Sorridente
Mostrando
Os dentes
Fazendo chiste
Fazendo acinte
Para
Bem-te-vi
Que
Triste
Chora
Duas
Grossas
Lágrimas

Nada
O
Consola

( Alamanda
Já tentou de tudo
Em vão )

15 comentários:

Angélica Lins disse...

A natureza é mesmo açoitada diariamente.
Beijos e um excelente 2012 Zélia.

Dilmar Gomes disse...

Amiga Zélia, a matança das nossas árvores continua e a natureza se esvai sob as nossas e sob os nossos olhos.
Um abração. Tenhas uma linda semana.

Zélia Guardiano disse...

Obrigada, Angélica, minha querida!
Nem me fale... A natureza está completamente desamparada! Ai...
Tenha também você, minha linda, um lindo 2012!!!
Beijinhos carinhosos

Zélia Guardiano disse...

Verdade, Dilmar!
O planeta morre debaixo de nossos olhos, e nos sentimos, muitas vezes, de mãos amarradas... Tristeza!!!
Grata pela visita, querido amigo, grande poeta!!!
Abraço bem forte!!!

Paulo Vitor Cruz disse...

nossa, q triste.

*feliz ano novo, Zélia..

bitoquinha.

Zélia Guardiano disse...

Obrigada, meu querido Paulo Vitor!
Estava com saudade...
Abraço bem forte e votos de feliz 2012!!!

manuel marques disse...

As árvores morrem de pé.

Beijo.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Triste e belo poema escorre em orvalho nos olhos do bem te vi. Beijos querida Zélia e votos de felicidades neste ano!

Zélia Guardiano disse...

Verdade, meu querido Manuel!
Quisera ser como elas...
Grata, amigo, pela visita!
Abraço bem forte

Zélia Guardiano disse...

Obrigada, Luiza, minha queridíssima amiga!
Para você, o mesmo: um ano especialmente bom!!!
Grata, minha linda, pela visita e pelo comentário tão gentil!!!
Beijos entremeados de amizade e carinho...

MIRZE disse...

Que horror, Zélia!

Eu liguei para o Ibama e denunciei o corte de algumas árbores.

De nada adiantou.

Um dia, todos eles ficarão sem ar! Tomara!

Beijos

Mirze

Ah! Beleza de postagem

Tania regina Contreiras disse...

Zélia, deu saudades do flamboyant que era meu céu, meu mundo, minha esperança verde no meio do concreto e que eu olhava todos os dias da minha janela. Veo de dentes cerrados a motossera...Briguei, esperniei, liguei, achei deus e e o mundo: em vão!
Triste e inesquecível foi ver a nuvem de pássaros desnorteados procurando pela morada que se foi!

Beijos, querida, e um 2012 com muito mais consciência dos homens...

Zélia Guardiano disse...

Concordo plenamente com você, Mirze, minha querida!
É realmente um horror!
Parece que sentem prazer em destruir o verde... Ai!
Grata, minha linda, pela visita e pelo comentário, que tanto enriquece minha página!
Abraço e beijinhos carinhosos

Zélia Guardiano disse...

Ai, Tânia Regina, minha querida...
Imagino o seu sofrimento!
São absolutamente insensíveis no trato com a natureza!
E o mesmo aconteceu aqui, com relação aos passarinhos que viviam na árvore: ficaram perdidos, atõnitos, sem entender a barbárie...
Muito lamentável!!!
Tomara que algum dia a s consciências despertem!!!
Grata, amiga, pela especial visita.
Mil beijos

Zélia Guardiano disse...

Concordo plenamente com você, Mirze, minha querida!
É realmente um horror!
Parece que sentem prazer em destruir o verde... Ai!
Grata, minha linda, pela visita e pelo comentário, que tanto enriquece minha página!
Abraço e beijinhos carinhosos