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quinta-feira, 24 de março de 2011

Decepção


Girassol
Macambúzio
Cabisbaixo
Aqui
No meio
Da praça
Não disfarça
O despeito:
Borboleta
Prometeu
E
Não veio

39 comentários:

chica disse...

LINDO!!Coitado!Deu pena!beijos,chica

Leonardo B. disse...

[com a sua delicadeza, arranca um sorriso, mesmo quando palavra tem que se maquilhada de tristeza]

Um imenso abraço, Amiga Zélia

Leonardo B.

Assis Freitas disse...

eis um girassol perdido em seu ofício,


abraço

Tania regina Contreiras disse...

Boborleta não veio, girassol cabisbaixo: que lindo, querida amiga!!!
E olha o Poeta dos Girassóis logo acima falando dele: salve, Assis!
Beijos,

Constança Lucas disse...

o sol escondeu-se

abraços
Constança

Andradarte disse...

O exibíssionismo....também cansa.
Levantou demais a cabeça, à esquerda e à direita..., deu nisto....
Abraço

Sam disse...

mas o girassol
virou saia rodada
da menina
pra colorir o gingado
borboletear os passos
desfilados nas calçadas,
nas praças
o Girassol
enfeitando-se curvado
pra brindar o sol.

Que belo, Zelia, muito bela.
Sou uma apixonada por Girassóis!
Obrigada pela sua bonita e alegre presença em meu quintal.
girou
rodou
olhou ao redor

Domingos Barroso disse...

é verdade, há borboletas tão cruéis
...

(maravilhoso!)

carinhoso abraço,
elevada poetisa
minha amiga.

Mateus Luciano disse...

bem no meio do alvo
seu coração
bem no meio do alvo
eu acertei
desmontei
e redirecionei
bem no meio do alvo



adorei ter tido essa decepcão

Glorinha L de Lion disse...

Diz ao girassol, amiga Zélia, que outras virão! Beijos,

Andre Mansim disse...

poesia concreta e direta, mas com muita sensibilidade! Parabens!

Rayuela disse...

desde aquí
va volando
una
mariposa
para tu
girasol

mil besos, Zélia*

pensandoemfamilia disse...

Dá pena de ver e sentir, mas no dito popular "a fila anda".
bjs

manuel marques disse...

Girasol,tristinho...

Beijo.

Dilmar Gomes disse...

Querida amiga Zelia, que mensagem viva tu passas neste belo poema. Quantas vezes na nossa vida, não acontece exatamente isso que tu descreves? Quantas vezes não esperamos por alguma pessoa ou por alguma coisa, cheios de expectativa, e no entanto, o almejado encontro não acontece!
Um grande abraço.

Fatima disse...

Ahhhhhhhhhhhhhhhh "boboleta"!
Bjs.

mdsol disse...

Oh minha querida, parece um girassol da actualidade portuguesa.
Beijinho

:)))

André disse...

Minha querida Zélia, eu realmente fico encantado como você consegue com um mínimo de elementos tecer um poemeto tão expressivo como este. E a foto que escolheu é nota 10, ótima!

Adorei o comentário que você deixou para uma outra "Decepção" – a minha!

Um abraço caloroso,
André

Suzana Martins disse...

Triste, porém belo...
Guardo as suas palavras dentro do meu abraço!!

Beijos

Sonhadora disse...

Minha querida

Ficou cansado de correr atráz do sol...e murchou, o tempo é insasiável, como sempre nas entrelinhas está o cerne.


Beijinho com carinho
Sonhadora

Vinicius.C disse...

Olá!!

Se meu sorriso ao ler seu texto confirma como eu gostei, então vou sorrir mais vezes, eu realmente adorei!

O pouco é sempre mais, adoro a simplicidade das palavras!

Beijo enorme!!

Nos encontramos no Alma.

Rosemildo Sales Furtado disse...

O girassol é lindo mesmo cabisbaixo, quem sabe, amanhã a borboleta aparecerá?

Belo poema amiga.

Beijos,

Furtado.

Osvaldo disse...

Querida Zélia;

Oh... essas borboletas que nos dão cabo da cabeça e nos deixam assim... murchinhos!!!.

bjs.
Osvaldo

Talita Prates disse...

Ahhhh, que coismaislinda!

adorei, poetisa!

Um beijo,

Talita
História da minha alma

Berzé disse...

Lindos desencontros. Trabalhados assim com palavras tão bem encontradas.

Abração!
Berzé

Cacá - José Cláudio disse...

Seu olhar é nítico como um girassol e sensível como uma borboleta, Zélia. Aqui o encontro não se deu, mas a captura do instante foi divinamente linda. Abraços. paz e bem.

carlos pereira disse...

Cara amiga, Poetisa Zélia;
Ah! se o girassol tivesse alma, ficaria murcho, não só por fora como também por dentro, tal como nós quando a nossa "borboleta" não vem.
Gostei imenso.
Um beijo.

Úrsula Avner disse...

Que encanto Zélia,

como um poema simples pode ser tão expressivo e bonito ! Bj.

Wania disse...

Zélia

O sol volta outra vez amanhã... mesmo que a borboleta não venha!


Lindinho demais,
Bjs, minha querida amiga

Fred Caju disse...

E eu que andava quase sem tempo e quase sem internet, andava só observando por aqui em silêncio.

Abraços, Zélia!

Manuela Freitas disse...

Olá querida Zélia,
Chegará, é preciso saber esperar...ou melhor pensar que chegará...o sonho sempre a ocultar as tristezas!...
Pela sua grande criatividade tem um selo no meu blogue, mas não se sinta obrigada a nada!
Beijinhos,
Manu

Wilden Barreiro disse...

pobre de nós, girassóis.
pensamos que ter o sol em nós é tudo,
mas elas, lépidas lepdópteras, têm a lua
no dom da metamorfose.

Tuca Zamagna disse...

Gira, querida Zélia. Gira e nos arrasta, borboletando em sol maior!

Abraços

Carla Diacov disse...

a borboletaiada tá foda!

Lara Amaral disse...

Ah, tadinho!

Mas a linda poetisa foi! =)

Beijo.

Raíz disse...

AHHHHHH! Que peninha! É de chorar, sem brincadeira.

Flores também sofrem. Ainda bem que uma perfeita poetisa girou e focalizou a tristeza do Girassol!

Beijos, querida Zélia!

Mirze

Betha Mendes disse...

Esse girassol, Zélia, muitas vezes somos nós a esperar um tempo melhor no coração das pessoas e do mundo. Gostei deste blog!

abçs

Betha

Justine disse...

Em Portugal andamos todos como o girassol - o que não impede que eu aprecie sobremaneira o teu poema e a respectiva ilustração:))

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Retratar o comum, cotidiado, suave, inútil e - talvez até por isso - bela, se presta à poesia... poesia é inútil porque supra-útil... avessa à técnica, à rotina, às coisas do dia-a-dia, poesia alimenta a alma e a vida...

Belíssimo, Zélia! ;)