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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

DILÚVIO


Esta noite
Pensei
Em construir
Uma arca
Chamar
Os bichos
E
Embarcar

Viver
Ali dentro
Uma quarentena
À margem
Da vida

Mas...
Espera!
Como é
Mesmo
Que vivo?

17 comentários:

Assis Freitas disse...

a vida vem em ondas, inunda


abraço

Celso Mendes disse...

uma pergunta pertinente (quem nem sempre nos fazemos) antes de se pensar numa mudança.

ótimo!

beijo.

Zélia Guardiano disse...

Isso mesmo, Assis, querido amigo , grande poeta...
Beijos

Dilmar Gomes disse...

Olá amiga Zélia, acho que todos nós, um dia sentimos desejo de nos ausentarmo-nos, dar tempo, para ver como é que fica.
Um abração. Tenhas uma linda sexta-feira

Zélia Guardiano disse...

Oh, Dilmar, meu querido amigo, grande poeta... Acho que é isso mesmo! Todos nós...
Abraço apertado, meu querido.

PS- Bom ter você aqui! Não tenho conseguido postar no seu blog... Infelizmente!

Zélia Guardiano disse...

Celso, amigo querido
Muita vez esquecemos de verificar , em profundidade, qual a nossa real situação...A mudança impulsiva pode gerar estragos maiores, ainda, do que os já existentes...
Grata pela presença e pelo comentário deixado!
Bjs

Adriana Aleixo disse...

Muito pertinente, às vezes(muitas vezes) também me sinto à margem da vida. Queria vivê-la com mais verdade!
Com mais vontade também! Tenho feito isso através da literatura, pois até quando fingimos, fingimos ser o que deveras somos...

Bjimmmm!

Zélia Guardiano disse...

Adriana, minha querida!
Mais pertinente ainda é seu comentário! Até quando fingimos, fingimos ser o que deveras somos... Alusão perfeita!!!
Beijos, amiga!

André Bessa disse...

Se não esquecer o seu notebook, nobre poetisa, vc poderá encomendar as entregas via internet !!

Saboroso e lúcido o seu texto, minha amiga Zélia, é sempre um prazer vir aqui.

Bom fim de semana, meu forte abraço, saudades.

André

Zélia Guardiano disse...

Obrigada, amigo André, pela visita e pelas palavras amáveis que me deixou.
Elas ficam aqui, exalando perfume...
Abraço repleto de amizade e de adnmiração.

Janita disse...

Olá Zélia!
Não imagina o prazer e a alegria que me deu o seu comentário!
Senti, também, alegria e sinceridade da sua parte e isso é-me muito gratificante.

Fez muito bem em ter criado este espaço onde coloca seus desabafos literários e poéticos. Gostei muito daqui e de ti!

Beijinhos, voltarei e espero vc.
Janita

Zélia Guardiano disse...

Janita, minha querida
É uma alegria enorme ter você aqui!
O comentário que me deixa é muito importante...Dá-me vontade de ir em frente!
Quanto ao seu espaço, é realmente formidável! Adorei!
E faça, mesmo, isso: venha sempre! Aqui também é sua casa...
Bjs

vitorchuvashortstories disse...

Olá, amiga Zelia!

Acontece algumas vezes: o querermos estar onde não estamos, ainda que não saibamos onde gostaríamos de estar...
E é bem pertinente a interrogação: o que aconteceria se mudássemos...?

Abraço amigo; bom resto de fim de semana.

Vitor

Wania Victoria disse...

Zélia, às vezes, esta é a primeira vontade quando a água bate no queixo, mas ainda bem que a razão sempre vem à tona ligeirinho! ;)



Bjão, amiga!

Fátima disse...

Oi Zelia,

Teu poema esta lindo.

Nem imagina, o quanto me faço essa pergunta.

Beijo meu

Jorge Pimenta disse...

querida zélia,
entre marasmos e tempestades, arcas e gaiolas, haja sempre um corvo, um vicente, disposto a bater asas mesmo que na direção oposta à da voz suprema.
beijinho imenso!

Toninhobira disse...

Bela e dura parada minha amiga.Bela construção.Haja reflexão amiga.
Muito bom estar aqui.
Abraço terno de minha admiração.