
Não
Aguentei
Mais:
Briguei feio
Com a poesia
[Fazia
Já
Muito
Tempo
Que
Andava mal
Nosso
Consórcio:
Ela
Dizia
Ser
A minha
Vida
Improdutivo
Ócio]
Afrontei
Joguei
Tudo
Contra
A parede:
Quebrei
Pratos
Xícaras
E
Copos
Peguei
Minha mala
Grande
E
Parti
Ela
Ficou lá
Juntando
E
Colando
Os cacos
Tomara
Que
Reconstitua
Alguma
Coisa
Da
Dinastia
MIM
[Se for assim
Eu volto]
Se
Não conseguir
Que invente
Um mosaico...
49 comentários:
Que lindo Zelia,
um mosaico!
Ela vai dá um jeito!
Um beijo.
a poesia pode até viver sem ti, mas não vives sem ela. volta porque vocês formam um belo par.
Obrigada, Priscila, pela visita! É sempre uma alegria enorme recebê-la...
Beijo
Oh, Ribeiro, meu querido
Já me convenceu: Volto...rsrs...
Grande abraço
brigar com a poesia será o mesmo que lutar com as palavras, nesta guerra quem vence é o verso,
abraço
Assis, querido
Já estou repensando o caso...rsrs...
Abração!!!
E que neste mosaico caibam pedaços sempre poéticos da vida !!
Zélia, essa briga acaba em abraço, que a poesia sabe fazer o laço e nos pega pelo pé, de volta e de perto, bem perto!
Abraços,
Tânia
Faz assim não querida!
Ela não é a sua vida, mas alegra e ilumina tanto a nossa!!
Agora, quanto à imagem, é o seguinte:
Nem pedi licença, mas já sequestrei esse mosaico lindo e estou levando lá para o meu mosaicos...:)
Se você pagar o resgate (outro poema), pode ser que eu o devolva...rsrsrs
Beijão prá você, minha linda, e tenha uma excelente semana.
Cid@
Caberá, Ivancezar, com certeza!!! rs...
Poesia, você sabe como é artimanhosa, se infiltra...rs...
Grata, amigo, pela visita.
Grande abraço
Querida Tânia
Você soube dizer a verdade: é isso mesmo!
Há um ditado antigo, aliás, politicamente incorreto( tanto quanto este poema..rsrs...) , que diz: Tapa de amor, não dói...
Grande abraço, amiga!
Oh, amiga Cida
Aqui você não precisa pedir nada, não... Você é minha sócia, lembre-se disso... Aqui não há uma só vírgula que não lhe pertença...Tudo aqui é seu!
Grande abraço!
'o naufrago que não sabia nadar pediu à que caminhava nas àguas, pudesse ela parar para lhe lançar umas tábuas, vendo que ela não parava no seu afastamento o naufrago rouco amaldiçoava sem notar que na areia tomava assentamento'
A Poesia é um naufrago a que umas vezes dás corpo, outras assentamento.
Continua caminhando sobre as águas pois não sabes quantos precisam de aprender a andar andar.
Até a "brigar feio" é bonito Zélia ! :))
Você fez tudo em cacos :)
Beijão
.
Sei como é...
Adorei o poema, Zelinha.
Beijos.
Lindo Passar por aqui...
Deixo poesia... e um beijo
CORAÇÃO
Dentro do meu peito, pequenino
Não há só veias, artérias ou sangue.
Dentro do meu peito, abrigado
Existe um coração que vai batendo...
Batendo, contra tudo e contra todos
Batendo e amando tudo, ao redor
Mas batendo e sofrendo a toda a hora
Pois ama e suspira por amor...
E será que vale a pena ele suspirar?
Será que vale tanta pena e tanta dor...
Porque haverá o coração de ser sempre
A peça que dentro de nós mais sente a dor?
Porque haverá o Amor que é tão belo...
De ser o que de pior no mundo existe?
Porque será que com tanta dor
Eternos amantes serão sempre o coração e o amor...
LILI LARANJO
TENHO SELO PARA TI...
peleamos
con las
palabras
con la
poesía...
pero son
ellas
las que
reharman
el mosaico
de nuestra
dinastía
besos,poeta*
Luis Felipe querido
Fico felicíssima com sua visita e com seu comentário.
Você é sempre muito bem-vindo!
Obrigada e um enorme abraço.
Rui da Bica, meu amigo
Que bom ter você aqui!
Muito grata pela visita e pelas palavras amáveis!
Vem sempre...
Grande abraço
Larinha, minha doce amiga
Sempre bom tê-la aqui..
Sou-lhe sempre grata...
Grande beijo!
Adorei...
conhece o Helio Leites, um artista/poeta de Curitiba?
Desse tipo de briga, entendo bem.
Genial esse final.
bj
Rossana
Zélia:
Que leitura gostosa!
E que matéria linda!
SUA dinastia... mágica[stral]!
Beijos =)
Zélia;
Esta bela crónica poética, fez-me rir.
Certamente que todos os cacos já foram colados e tudo voltou ao normal das normalidades normais... portanto nada mais normal que você volte normalmente para a normalidade do "antes".
bjs, Zélia.
Osvaldo
Rossana querida
Que bom que você veio! Que bom!
Gostou do final? rs... Aprecio um fecho mais ou menos surpreendente, como que desvinculado do corpo do poema.
Grande abraço, querida!
Querida Nadine
Todos temos a nossa própria dinastia e é preciso preservá-la, não? Muitas vezes fazemos bobagens e corremos o risco de destruí-la... Ai!
Muito grata pela adorável visita!
Enorme abraço, querida!
Amigo Osvaldo
O fato de você ter gostado do meu modesto escrito muitíssimo me alegra! Sua apreciação é importante para mim. Muito importante, pode ter certeza. Por isso fico tão feliz, assim, quando você vem...
Enorme abraço!
Conheço, sim, Tamar!
Hélio Leites é artista de múltiplas linguagens. Trabalha com pequenos objetos.
É o Rei dos Botões.
Em maio expôs seus trabalhos na galeria Subsolo, em Curitiba, juntamente com Efigênia Rolim, Rainha do Lixo [tenho uma foto junto com ela, no orkut].
Ó Zélia!
se tu não voltar dá um caquinho pra mim?
é que vivo recolhendo inutilezas... poéticas então!
bjo minha querida!
Fouad, meu amigo
Tudo aqui é teu! Tudo!
Vem e escolhe: tens prioridade!
Poesia, malvada, que espere as sobras...
Beijo, meu querido!
Essa imagem de seu mosaico, quero-a na parede lá de casa! E tuas poesias, todas, já estão pregadas no meu coração!
beijo procê!
Podíamos viver sem os seus poemas?
Poder podíamos, mas não era a mesma coisa!
Faz-me bem ler este jogo constante com as palavras, numa vertigem desassombrada que provoca o ... equilíbrio.
:)))
Marcia Cristina
Você é uma flor de delicadeza!
Sua visita é sempre um prêmio...
Muito grata, minha linda!
Beijo!
Obrigada, mdsol!
Mil vezes obrigada!
Sua presença e seu comentário me fazem mais do que feliz!
Que bom que gosta dos versinhos...
Beijo!!!
Linda poesia! Nem adianta fugir ela nos persegue invisível e depois que nos toma não há padre que pode exorcizar!
Mosaicos, dinastias, palavras! Mistura de fragmentos, que num mosaico exuberante, uma poesia se forma! Adorei. Não há como não lembrar dos ícones de bizâncio. Justamente na semana passada havia aplicado a estratégia de montar um mosaico a partir do estudo do império bizântino,
clap, clap, clap!
Um beijo!
Zélia, assim que vi o mosaico lembrei da Fênix.
Não sei o porquê da poesia ter ido embora,
mas ela ressurgirá das cinzas, não a sua que é eterna, como a ave mitológica.
Aquele abraço, amiga.
Lindo Zélia!!!!
beijão
...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
TE SIGO TU BLOG
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...
AFECTUOSAMENTE
ZÉLIA GUARDIANO
ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DEL FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER Y CHOCOLATE.
José
Ramón...
Boa, Rodrigo!
Adorei!
Seu espirituoso comentário me tranquiliza...rs...
Fico sempre feliz quando você vem!
Muito grata, amigo!
Grande abraço
Obrigada, amigo Celso, pela amável visita!
Vindo aqui você me alegra muito...
Grande abraço, querido!
cada vez mais a poesia é a inseparável companheira, aquela que fica a recolher e a colar cacos quando não somos capazes de os segurar ou, pior ainda, os projectamos contra uma parede... ela está lá... à nossa espera... para ser aquilo que conseguirmos da vida.
um beijinho!
José Ramon
Você sabe fazer feliz o seu próximo, ainda que ele esteja do outro lado do oceano...
Troxe-me imensa alegria com sua visita, com os versos maravilhosos e com sua inscrição entre os seguidores deste modesto blog... Que mais eu poderia querer?
Obrigada, obrigada, obrigada, meu querido!
Abraço
Jorge, meu querido e sábio amigo!
Suas palavras têm o dom de elucidar questões nebulosas... Sempre!
Sua visita é sempre uma benção...
Grata, muito grata!
Um enorme abraço para você!
Pâmela querida
Tua visita já é sempre um encantamento... Se ainda vens e me aplaudes, chego às lágrimas...
Muito grata, amiga!
Beijo!!!
Paulo Jorge
Falas da poesia de forma tão linda, que acabo por acreditar que ela jamais me faltará... Chego a crer que toda essa contenda não deixará sequelas...
Um enorme abraço para você, meu sempre amigo!!!
Oi Zélia,
há algo especial em sua escrita poética que traduz sentimento, esmero, delicadeza... Muito bom o poema ! Bj,
Úrsula
pois é....
o leites é dos meus...
fiquei apaixonada...
a poetisa do lixo eu não conheço,
mas estou preocurando conhece-la....
Poesia da melhor qualidade.Parabéns poeta.
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